domingo, 23 de agosto de 2009

Varinha de condão faz uma falta! Não acha?


É o segundo fim de semana lindo, de sol... É claro que aproveitei para pedalar já que o sol nos chama para rua, falta pouquinho para prima-vera, as vitrinis já estão com roupas de verão e eu tenho que correr atrás da maquina, sem esquecer meus limites e que esse quilinhos a mais vieram ao longo de alguns meses(outono e inverno), então, no mínimo, vou ter que levar o mesmo tempo pra perder.
Ai... uma varinha de condão me faz uma falta! Não te faz?

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Beleza: Uma questão de imagem e auto-imagem


"Beleza" é um conceito complexo, variável no espaço, no tempo e peculiar a determinada cultura. No mesmo momento temporal, os valores estéticos da cultura ocidental e de uma tribo africana são diferentes. O "belo" aqui pode ser o "feio" lá.Vivemos a era da valorização da imagem e a mulher contemporânea busca a beleza com avidez. Se a estética é basicamente uma intervenção na imagem, a percepção e a decodificação do valor estético se dá ao nível de como a própria imagem é percebida e processada. Se houverem "vieses", lentes emocionais escuras, processos de ansiedade entre o indivíduo e sua imagem, teremos uma distorção da percepção da mesma. Como se, ao nos observarmos diante do espelho, existisse entre nós e o mesmo "lentes deformantes". Se ficarmos corrigindo somente o que supomos ser "uma imagem feia" e não questionarmos a avaliação que fazemos dela, fatalmente continuaremos a percebê-la "deformada". O erro não está na imagem, mas em como a vemos.Quando a mulher, obstinadamente, passa a buscar uma imagem idealiza-da, não vincada na realidade, quando passa a sentir "defeitos" físicos que outros não vêm, inclusive especialistas, ou a exagerá-los quando existem, quando passa a sofrer por eles, prejudicando, inclusive, o funcionamento social, profissional, afetivo ou outros, é fundamental que tenhamos em mente que o trabalho a ser feito é também psicológico, habitualmente indo além da simples persuasão.Vários fatores podem fazer com que avalie negativamente a própria ima-gem, como baixa auto-estima, sentimentos de inferioridade, ansiedade, depressão, estresse, insegurança e outros fatores psicológicos.A importância do trabalho psicológico em nível de auto-imagem pode ser ilustrada no trabalho com modelos, onde mulheres geneticamente privilegiadas em termos de beleza, convivem, elas também, com índices elevados de preocupação acerca de possível "feiúra".

o valor da auto-estima

O que mais dificulta a busca de algo que se quer é o nível da nossa auto-estima.
Auto-estima é a opinião e o sentimento que cada um tem por si mesmo. É ter consciência de seu valor pessoal, acreditar, respeitar e confiar em si. Coisas nem sempre tão simples assim.
A auto-estima, juntamente com o amor-próprio, é a base para o ser humano. É a cura para todas as dificuldades e sofrimentos. E mais, é a cura para todas as doenças de origem emocional e relações destrutivas.
A auto-estima começa a se formarna infância, a partir de como as outras pessoas nos tratam. Ou seja, as experiências do passado exercem influência significativa na auto-estima quando adultos. Perde-se a auto-estima quando se passa por muitas decepções, frustrações, em situações de perda, ou quando não se é reconhecido por nada que faz. O que abala não é só a falta de reconhecimento por parte de alguém, mas principalmente a falta de reconhecimento por si próprio.
Quando a auto-estima está baixa a pessoa se sente inadequada, insegura, com dúvidas, incerta do que realmente é, com um sentimento vago de não ser capaz. Não acredita ser capaz de ter alguém que a ame, de fazer aquilo que quer, de se cuidar, desenvolvendo assim um sentimento de insegurança muito profundo, desistindo facilmente de tudo que começa.
Como ela mesma não se ama, se sujeita a qualquer tipo de
relação para ter alguém ao seu lado, tornando-se dependente de relações destrutivas e não conseguindo forças para sair delas. Vale lembrar que esse processo acontece inconscientemente. A pessoa não tem consciência do por que está agindo assim, apenas sente o sofrimento que pode se expressar em forma de angústia, dor no peito, choro, pesadelos, vazio, agressividade, depressão, punição, doenças.
Culpam os outros pelos próprios erros, encaram todas as críticas como ataques pessoais e tornam-se dependentes de relações doentes. O maior indicador de uma pessoa com baixa auto-estima é quando sente intensa necessidade de agradar, não consegue dizer "não", busca aprovação e reconhecimento por tudo o que faz, sempre querendo se sentir importante para as pessoas, pois na verdade, não se sente importante para si mesma. Com isso, se
abandona cada vez mais.
A auto-estima também influencia a escolha dos relacionamentos. Aqueles com elevado amor-próprio em geral atraem pessoas com a mesma característica, gerando uniões saudáveis, criativas e harmoniosas. Já a baixa auto-estima acaba atraindo ou mantendo relacionamentos destrutivos e dolorosos. Quando há amor-próprio não se deixa envolver nem manter relações destrutivas. Há também uma relação direta e muito importante entre desempenho profissional e auto-estima, mas esse é outro assunto.
A auto-estima influencia tudo que fazemos, pois é o resultado de tudo que acreditamos ser, por isso o autoconhecimento é de fundamental importância para aumentar a auto-estima. Ou seja, confiar em si mesmo, ouvir sua intuição, acreditar em sua voz interior, respeitar seus limites, reconhecer seus valores, expressar seus sentimentos sem medo, sentir-se competente, capaz e se tornar independente da aprovação dos outros, tudo isso faz com que a auto-estima se eleve. Mas é um processo gradativo que exige trabalho e conscientização.
Na verdade, todos estamos à procura de amor. E esse sentimento ainda é o que rege tudo o que buscamos, fazemos e somos. Principalmente o amor por si mesmo, que é a base da construção da auto-estima. Que tal reconstruir a sua?

Ansiedade e comida

Medo e ansiedade são reações emocionais diante do perigo. No medo, o perigo é real, externo, como estar diante de um animal selvagem. Constitui importante mecanismo de preservação. A ansiedade é emoção subjetiva, desagradável, voltada para o futuro, desproporcional ao perigo que, ou inexiste ou é pouco significativo. Implica em sintomas físicos (taquicardia, nó na garganta, boca seca, tremores, etc), psicológicas (medo, sensação de desconforto interno, apreensão, sensação de falta de controle, mal estar indefinido etc) e comportamentais (evitar a situação temida, negar a ansiedade, "narcotizar "a sensação desagradável com álcool, drogas ou... comida.)O alimento exerce alívio de curtíssimo prazo na sensação desagradável, que logo após volta reforçada pela culpa, levando-a a comer de novo para aliviar a tensão, e assim sucessivamente. Os mais leves sinais de ansiedade, mesmo antes de serem percebido pela consciência, são amortecidos pela comida. Utilizando esse processo a pessoa engorda e começa a evitar situações diversas por sentir-se inadequada. Situações sociais, atividade física, eventos culturais e toda uma série de situações prazerosas. A ansiedade aumenta e a comida que era um prazer se torna O PRAZER ou uma forma de "lenitivo" para os problemas da vida. E o único "problema" que ela resolve é o da fome e da nutrição.Outras pessoas perambulam de dieta em dieta, engordam e emagrecem, fazem "regime" algum tempo para perder "algum peso" e voltam a engordar. A auto-estima está absolutamente abalada. Comem sem fome, se auto-sabotam, parece que querem e não querem a mesma coisa ao mesmo tempo, o que leva a angústia. Se a ansiedade estiver presente no comportamento alimentar e não for identificada e trabalhada, põe por terra os mais sinceros e competentes programas médico-nutricionais. Essa é a função da psicologia. Levar a pessoa a desvincular a fome da ansiedade.Pesquisar e tratar o que, fora a fome, a leva ao prato. Levá-la a comer quando tem fome e a não comer quando estiver ansiosa. A propor outras soluções para a ansiedade, que não a comida. A modificar seu estilo de vida permitindo-lhe emagrecer E PERMANECER MAGRA e não apenas FAZER MAIS UMA DIETA PARA PERDER ALGUM PESO POR ALGUM TEMPO. Vamos a algumas dicas :Não tenha pressa para emagrecer. Estabeleça metas viáveis. Emagreça POR VOCÊ, não pelos outros. PREOCUPE-SE com o processo. Os resultados virão COMO CONSEQÜÊNCIA. Aumente as fontes de prazer. A comida é um prazer e não O PRAZER. Não evite situações porque está gorda. Pratique atividade física. O melhor exercício é aquele que mesmo cansada hoje, você sente vontade de fazer amanhã. Pratique alguma forma de relaxamento. Esqueça as "dietas loucas", milagrosas. Troque o "regime" pela reorientação nutricional. A sensação de falta de controle é pior que a falta de controle em si. O problema não é um bom-bom, mas a caixa toda, se você partir para o "perdido por um"... Lembre-se, o erro é oportunidade de aprendizado. Errou? Corrige! Caiu? Levanta! Seja feliz enquanto emagrece. Não espere emagrecer para ser feliz. Emagrecimento se baseia num tripé: nutrição adequada, atividade física e EQUILÍBRIO PSICOLÓGICO.Em muitos casos, é necessário acompanhamento psicológico. Se for o seu caso, não se envergonhe! Você precisará ter as emoções a seu lado para emagrecer e PERMANECER MAGRA.

RAIVA!



depois do meu depoimento de ontem sobre o meu particular estado de raiva: A raiva é uma reação de defesa do organismo, importante fator de sobrevivência, presente em todos os animais.É desencadeada quando nos sentimos em perigo ou ameaçados em nossa auto-estima, dignidade; quando recebemos tratamento injusto, humilhação; quando nossos direitos não são respeitados ou quando nos frustramos na busca de um objetivo importante.Talvez seja a emoção mais difícil de controlar.A raiva pode se manifestar em duas fases. Na primeira, há um pico de energia para uma ação imediata de luta que dura minutos, sendo uma reação praticamente automática. Num segundo momento, caso não haja resolução da situação, a continuidade do estímulo da adrenalina na corrente sangüínea mantém o cérebro em estado de prontidão para reações posteriores. Esta fase pode durar dias e aparecem os pensamentos que servem de novos estímulos para realimentação da raiva. Cada pensamento decorrente da raiva desencadeia outra reação de raiva. Neste estágio, se o organismo é irritado, poderá haver reações de grande magnitude. Neste momento, as pessoas não perdoam, as emoções dominam o pensamento racional. O alto nível de excitação faz com que a mente gire em torno de retaliação, vingança, represálias e as conseqüências podem não ser avaliadas. Ao contrário da tristeza, a raiva energiza o organismo. Quanto mais a raiva for alimentada, mais difícil será o seu controle.Além da resposta brusca a uma frustração imediata, a raiva poderá ir sendo fomentada por pensamentos de vingança em autênticas ruminações, numa reação física e psicológica extremante prejudicial para a saúde física e mental. O estado crônico ou prolongado pode desencadear inúmeras doenças físicas e psicológicas.O controle da raiva requer a identificação precoce dos primeiros indícios da mesma. Os primeiros pensamentos hostis que a detonam devem ser avaliados e refutados através da contra-argumentação. Se isso não é feito, a bola de neve transforma-se numa avalanche incontrolável. Além de rever os fatores iniciais, deveremos procurar desautomatizar a reação, pelo ganho de tempo, pela distração e pela prática de mecanismos alternativos de descarga, até "baixar a poeira". Afastar-se da situação, tentar alguma forma de relaxamento, socar uma almofada, engajar-se numa atividade prazerosa, escrever sem censura tudo o que pensa (desabafar por escrito) e só então procurar conversar racionalmente com a outra pessoa.

DICAS PARA O CONTROLE DA RAIVA

1. Aprenda a ouvir atentamente. Procure inverter os papéis, colocando-se no lugar da pessoa que te causou raiva.

2. Não humilhe nem ofenda a outra pessoa ao declinar seu descontentamento. Refira-se ao comportamento, à situação; ataque o problema, não a pessoa.

3. "Esfrie" a cabeça aos primeiros sinais de raiva, conforme foi dito anteriormente.

4. Aprenda a dizer de forma adequada o que não gosta em relação ao comportamento do outro. 5. Cultive mecanismos de descarga, como exercícios físicos, relaxamento, relacionamentos, lazer. 6. Tolere as diferenças. Muitas situações de raiva surgem quando não toleramos formas de pensar ou agir diferentes das nossas. Desejos, opiniões e valores não são padronizados. Exercite a tolerância, a arte de conviver com diferenças. Lembre-se: a pessoa é apenas diferente e não "melhor ou pior que". Negocie, faça acordos e notará que isso diminui a frustração social. Será que você explode porque as coisas ocorrem fora do previsto? Aprenda a esperar, tolerar e notará diminuição progressiva da raiva.

7. Isto funciona em níveis moderados de raiva. Nos casos em que há exacerbação da raiva, pode ser indispensável ajuda psicológica.

8. EXPLOSÕES e agressões aumentam a descarga de adrenalina e não resolvem, além de levarem à culpa depois.

domingo, 16 de agosto de 2009

do verbo "enforcar"


Tá, tudo bem, concordo que estamos nesse mundo para evoluir, isso inclui solidariedade.
Mas tem dias em que tudo me irrita. Até ai tudo bem! O problema é que quando estou irritada penso coisas horríveis a respeito das pessoas, por exemplo: fico pensando porque duas gordas resolvem sair juntas na rua, só pode ser com o propósito de atrapalhar as pessoas, e aquele cara lerdo ali, acredita que o infeliz do cara ta suando e fez questão de me encostar! Esse fedor a asa não tem nada haver com humildade, tem haver com relaxamento, pode parar, tem sabonete e desodorante bom e barato, e esse ai tem grana. Ah! Acontece, claro que acontece.... só não sei porque sempre comigo, Ptz!
Perdi o onibus, a vaca da vizinha não calou a boca na frente do prédio!

"deixa a vida te levar..."


Na minha vida faço como aqui, as vezes me desconecto total!
Não quero saber de crise, avião que caiu, político que roubou, não quero ver ninguém, receber visita, sair para beber com os amigos, não quero ser vista... acima de tudo não quero ver.
Ficar em casa, no meu lar, ouvindo alto as músicas que não canso, revendo Vamp no youtube, sites de decoração, lendo romance e administração, tomando suco de laranja, churrasco do véio, cervejinha se tiver calor, vinho branco se tiver frio, descabelada, mateando, encaixotando, sonhando,vendo filmes, tomando o MELHOR banho do mundo, escrevendo, brincando com os gatos, divagando, palestrando, dormindo, dobrando roupa, recarregando as energias, sentada na sacada, deixando a labrador subir na cama, comendo Amanditas, ai, amo Amanditas!